Diário da Cia. Arthur-Arnaldo por Tuna Serzedello
   
 
 

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Sobre a espectativa da chegada da Cia. Arthur-Arnaldo na Alemanha para começar os trabalhos com o Alarm Theater no "Bielefeder Kultur".

#ciaarthurarnaldo 



Escrito por Tuna Serzedello às 10h20
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No jornal Neue Westfäliche de hoje uma matéria sobre a perfomance de rua que fizemos em conjunto com os parceiros do AlarmTheatercelebrando a nossa linda colaboração! #ciaarthuraenaldo #alarmtheater#bielefeld #humanshields

 



Escrito por Tuna Serzedello às 07h15
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MÁRTIR é FINALISTA no Prêmio Aplauso Brasil!


Agradecemos a todos os envolvidos nessa montagem. Estamos muito felizes. Ser indicado já é um prêmio ainda mais ao lado de colegas que admiramos e na cidade de São Paulo que é a capital do teatro de grupo no Brasil! Muito obrigado!
E Mártir continua em cartaz mais UM final de semana.
Nesta sexta e sábado 21h e domingo 19h com entrada franca no teatro Cacilda Becker (Rua Tito, 295).
Venha!
#ciaarthurarnaldo #fomentoaoteatro #premioaplausobrasil



Escrito por Tuna Serzedello às 10h19
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A História é ­uma porta giratória (?)

 

Nós somos uma companhia de teatro fundada em 1996 e que neste ano, 2017, comemora 10 anos do início de um projeto de teatro voltado para o público jovem. Teatro que faz teatro e não “educa”. Desse projeto nasceram 6 espetáculos, todos inéditos no Brasil e de autoria contemporânea, cujos temas e formatos buscam contemplar o jovem espectador, assim como provocar o espectador adulto a enxergar questões desse universo. 

Depois de muito estudar e encenar para (e com) os jovens, observamos admirados o movimento - iniciado em 2013 -  de tomada de consciência política e organização para lutar pelo que acreditam.

Uma companhia que está ao lado dos jovens não pode deixar de retratar esse que é o grande personagem da nossa história recente: os secundas.

Queremos observar esses jovens por uma perspectiva histórica.

De onde vem sua força? Quais os motivadores? O que os faz terem a vontade de mudar o país? Por quanto tempo poderão sustentá-la?

Do ponto de vista cênico e dramatúrgico, queremos olhar para os jovens de hoje em relação aos jovens de ontem, friccionar esses dois momentos da história. As lideranças jovens que envelheceram e seguiram seus caminhos. Nos interessa focar no período em que eram jovens líderes estudantis. Entender suas ações, discursos, planos e sonhos.

Essa pesquisa terá como resultado desse processo escrita de um texto dramatúrgico iné

 

dito pela cia Arthur-Arnaldo. 

Para isso, recorremos de novo à voz destes jovens, dessa vez trazendo-os para dentro do processo criativo. São eles nossos mobilizadores, suas histórias e experiências nossas principais fontes de estudo. Por isso convidamos você, a partir de 14 anos para uma Investigação Cênica – modulo 2.

A investigação sera feita através de exrcicios de dramaturgia e  vivencias teatrais ministradas pelo núcleo artítico da Cia. (Soledad Yunge, Julia Novaes, Carú Lima, Luisa Taborda, Taiguara Chagas e Tuna Serzedello)

Os encontros são gratuitos e parte do projeto )Entre Jovens( contemplado pela 30a edição do Programa Municipal de Fomento ao teatro para a cidade de São Paulo.

 Local: Oficina Cultural Oswald de Andrade – Rua Três Rios, 363 (estação Tiradentes do metrô)

Data: de 17 de fevereiro à 31 de março de 2018

Quanto: Gratuito. (Os participantes receberão ajuda de custo para transporte.)

20 vagas

Forma de seleção: Envie um e-mail até o dia 15 de fevereiro para companhia.arthurarnaldo@gmail.com dizendosua idade e porque você quer participar desses encontros.

 



Escrito por Tuna Serzedello às 10h16
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Escrito por Tuna Serzedello às 10h16
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A História é ­uma porta giratória (?)

 

Nós somos uma companhia de teatro fundada em 1996 e que neste ano, 2017, comemora 10 anos do início de um projeto de teatro voltado para o público jovem. Teatro que faz teatro e não “educa”. Desse projeto nasceram 6 espetáculos, todos inéditos no Brasil e de autoria contemporânea, cujos temas e formatos buscam contemplar o jovem espectador, assim como provocar o espectador adulto a enxergar questões desse universo. 

Depois de muito estudar e encenar para (e com) os jovens, observamos admirados o movimento - iniciado em 2013 -  de tomada de consciência política e organização para lutar pelo que acreditam.

Uma companhia que está ao lado dos jovens não pode deixar de retratar esse que é o grande personagem da nossa história recente: os secundas.

Queremos observar esses jovens por uma perspectiva histórica.

De onde vem sua força? Quais os motivadores? O que os faz terem a vontade de mudar o país? Por quanto tempo poderão sustentá-la?

Do ponto de vista cênico e dramatúrgico, queremos olhar para os jovens de hoje em relação aos jovens de ontem, friccionar esses dois momentos da história. As lideranças jovens que envelheceram e seguiram seus caminhos. Nos interessa focar no período em que eram jovens líderes estudantis. Entender suas ações, discursos, planos e sonhos.

Essa pesquisa terá como resultado desse processo escrita de um texto dramatúrgico inédito pela cia Arthur-Arnaldo.



Escrito por Tuna Serzedello às 06h59
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Para isso, recorremos de novo à voz destes jovens, dessa vez trazendo-os para dentro do processo criativo. São eles nossos mobilizadores, suas histórias e experiências nossas principais fontes de estudo. Por isso convidamos você, a partir de 14 anos para uma Investigação Cênica – modulo 2.

A investigação sera feita através de exrcicios de dramaturgia e  vivencias teatrais ministradas pelo núcleo artítico da Cia. (Soledad Yunge, Julia Novaes, Carú Lima, Luisa Taborda, Taiguara Chagas e Tuna Serzedello)

Os encontros são gratuitos e parte do projeto )Entre Jovens( contemplado pela 30a edição do Programa Municipal de Fomento ao teatro para a cidade de São Paulo.

 Local: Oficina Cultural Oswald de Andrade – Rua Três Rios, 363 (estação Tiradentes do metrô)

Data: de 17 de fevereiro à 31 de março de 2018

Quanto: Gratuito. (Os participantes receberão ajuda de custo para transporte.)

20 vagas

Forma de seleção: Envie um e-mail até o dia 15 de fevereiro para companhia.arthurarnaldo@gmail.com dizendosua idade e porque você quer participar desses encontros.

 

 

 



Escrito por Tuna Serzedello às 06h59
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‘Mártir’ provoca a juventude
sobre intolerância atual

Dramaturgia explosiva de autor alemão é trunfo da nova montagem da Cia Arthur-Arnaldo,
há dez anos especializada em teatro para e sobre jovens

martir cia arthur arnaldo 1 

Dib Carneiro Neto
8 de dezembro de 2017

Em momentos de crise social e política, o que se costuma esperar do teatro é que contribua para pensamentos e reflexões, como espelho de nossas mazelas e feridas mais prementes. Vivemos um tempo assim. Redes sociais polarizadas, parente brigando com parente, intolerâncias generalizadas, manipulações maniqueístas, ondas de conservadorismo retrógrado – socorro, parem o mundo que eu quero descer!

Eis que um grupo paulistano, Cia Arthur-Arnaldo, há dez anos especializado em espetáculos prioritariamente voltados para o público jovem, sempre com temáticas relacionadas a essa fase conturbada da adolescência e a descoberta do mundo adulto (DNA, Rolê, Coro dos Maus Alunos, Os Pés Murchos X Os Cabeças de Bagre, Feizbuk, Cidadania, Bate Papo), nos brinda neste final de ano com a montagem de Mártir, texto potente de Marius Von Mayenburg (brilhantemente traduzido por Christine Röhrig), um dos principais nomes do teatro alemão contemporâneo.

 

leia na íntegra a crítica aqui: http://www.pecinhaeavovozinha.com.br/martir/



Escrito por Tuna Serzedello às 12h48
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‘Mártir’ provoca a juventude
sobre intolerância atual

Dramaturgia explosiva de autor alemão é trunfo da nova montagem da Cia Arthur-Arnaldo,
há dez anos especializada em teatro para e sobre jovens

martir cia arthur arnaldo 1 

Dib Carneiro Neto
8 de dezembro de 2017

Em momentos de crise social e política, o que se costuma esperar do teatro é que contribua para pensamentos e reflexões, como espelho de nossas mazelas e feridas mais prementes. Vivemos um tempo assim. Redes sociais polarizadas, parente brigando com parente, intolerâncias generalizadas, manipulações maniqueístas, ondas de conservadorismo retrógrado – socorro, parem o mundo que eu quero descer!

Eis que um grupo paulistano, Cia Arthur-Arnaldo, há dez anos especializado em espetáculos prioritariamente voltados para o público jovem, sempre com temáticas relacionadas a essa fase conturbada da adolescência e a descoberta do mundo adulto (DNA, Rolê, Coro dos Maus Alunos, Os Pés Murchos X Os Cabeças de Bagre, Feizbuk, Cidadania, Bate Papo), nos brinda neste final de ano com a montagem de Mártir, texto potente de Marius Von Mayenburg (brilhantemente traduzido por Christine Röhrig), um dos principais nomes do teatro alemão contemporâneo.

martir cia arthur arnaldo 5

Mesmo escrito na Alemanha em 2012, Mártir fala muito sobre o estado de ânimo do Brasil de hoje, e nos acerta na boca do estômago. É teatro que incomoda, faz pensar, irrita, escancara nossa condição de impotência diante de radicalismos altamente periculosos. A sinopse já nos prepara para o que vem no palco:

Benjamim (Taiguara Chagas, ótimo como sempre), um colegial, começa a se interessar por religião e acaba virando um extremista cristão, obcecado pela Bíblia, o que vai influenciar sua relação em casa com a mãe (Ana Andreatta) e na escola com os colegas (sobretudo uma garota – papel de Júlia Novaes – supostamente interessada nele para namorar e um menino ingênuo e deficiente físico, que todos tratam como ‘retardado’ – o expressivo João Paulo Bienemann), além de um casal de professores (Georgina Castro e Tuna Serzedello), que se divide na forma como encarar o menino-problema e acaba envolvendo nisso também o diretor da escola (Carlos Morelli). Até um padre está na história (Edu Guimarães), tão perdido quanto todos os outros. Tudo começa porque Benjamim se recusa a ir à aula de natação do colégio, pois são aulas mistas e isso ofenderia seus princípios religiosos. Tanto ele faz que o diretor decide que as meninas não podem mais frequentar a piscina de biquíni, só com maiôs inteiros. E Benjamim começa a se isolar dos colegas, revoltados com ele.

martir cia arthur arnaldo 2

O texto é ardiloso, explosivo. Vai armando as situações e enredando os personagens em uma série de conotações dúbias, palavras equivocadas e supostas ‘verdades’ absolutas. Quanto mais se fala, mais se confunde. Quanto mais as pessoas se aproximam de Benjamim, mais elas se enredam, sem querer, e se comprometem. O único personagem, ao final, que poderia esclarecer as coisas é justamente o menino que todos consideram bobo e débil. Grande sacada do autor.

martir cia arthur arnaldo 8

A mãe não consegue entender a lógica do filho, faz suposições também erradas, briga com ele em casa, mas na escola age como toda mãe, que não admite que falem mal de seus rebentos. Muito coerente. O diretor da escola tem um discurso autoritário e, ao mesmo tempo, se trai ao assediar constantemente a professora atormentada por não conseguir mais lidar com seu aluno radical, tornando-se ela própria uma radicalista do outro lado da ‘trincheira’.

martir cia arthur arnaldo 4

Enfim, são figuras realmente muito bem construídas pela dramaturgia – e defendidas com bastante talento pelo elenco (Ana Andreatta, Carlos Morelli, Edu Guimarães, Georgina Castro, João Paulo Bienemann, Júlia Novaes, Taiguara Chagas e Tuna Serzedello), um afinado grupo – alguns são atores convidados – que dá conta muito bem das transformações e tormentos por que passam todos os personagens. Ponto para a diretora Soledad Yunge, que tirou o melhor de cada ator e realizou uma encenação limpa, ágil e fluente, que sabiamente valoriza os embates do texto, com seus diálogos cortantes, sem ofuscá-los com truques mirabolantes de encenação. Cenografia, figurinos e iluminação, a cargo do sempre impecável Rafael Souza, contribuem para a objetividade e a funcionalidade, trunfos importantes para o ritmo da montagem.

martir cia arthur arnaldo 3

Altamente recomendável para escolas de ensino médio. Repare nos trechos das aulas de educação sexual (com a professora querendo ensinar os alunos a usar camisinha) e a questão da teoria da evolução de Darwin (a polêmica macacos x religião). São bem escritas e dirigidas, com potencial para debates com os alunos em classe. Mártir merece toda a atenção dos educadores, professores e coordenadores de escola.

 martir cia arthur arnaldo 7




Escrito por Tuna Serzedello às 12h46
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‘Mártir’ provoca a juventude
sobre intolerância atual

Dramaturgia explosiva de autor alemão é trunfo da nova montagem da Cia Arthur-Arnaldo,
há dez anos especializada em teatro para e sobre jovens

martir cia arthur arnaldo 1 

Dib Carneiro Neto
8 de dezembro de 2017

Em momentos de crise social e política, o que se costuma esperar do teatro é que contribua para pensamentos e reflexões, como espelho de nossas mazelas e feridas mais prementes. Vivemos um tempo assim. Redes sociais polarizadas, parente brigando com parente, intolerâncias generalizadas, manipulações maniqueístas, ondas de conservadorismo retrógrado – socorro, parem o mundo que eu quero descer!

Eis que um grupo paulistano, Cia Arthur-Arnaldo, há dez anos especializado em espetáculos prioritariamente voltados para o público jovem, sempre com temáticas relacionadas a essa fase conturbada da adolescência e a descoberta do mundo adulto (DNA, Rolê, Coro dos Maus Alunos, Os Pés Murchos X Os Cabeças de Bagre, Feizbuk, Cidadania, Bate Papo), nos brinda neste final de ano com a montagem de Mártir, texto potente de Marius Von Mayenburg (brilhantemente traduzido por Christine Röhrig), um dos principais nomes do teatro alemão contemporâneo.

martir cia arthur arnaldo 5

Mesmo escrito na Alemanha em 2012, Mártir fala muito sobre o estado de ânimo do Brasil de hoje, e nos acerta na boca do estômago. É teatro que incomoda, faz pensar, irrita, escancara nossa condição de impotência diante de radicalismos altamente periculosos. A sinopse já nos prepara para o que vem no palco:

Benjamim (Taiguara Chagas, ótimo como sempre), um colegial, começa a se interessar por religião e acaba virando um extremista cristão, obcecado pela Bíblia, o que vai influenciar sua relação em casa com a mãe (Ana Andreatta) e na escola com os colegas (sobretudo uma garota – papel de Júlia Novaes – supostamente interessada nele para namorar e um menino ingênuo e deficiente físico, que todos tratam como ‘retardado’ – o expressivo João Paulo Bienemann), além de um casal de professores (Georgina Castro e Tuna Serzedello), que se divide na forma como encarar o menino-problema e acaba envolvendo nisso também o diretor da escola (Carlos Morelli). Até um padre está na história (Edu Guimarães), tão perdido quanto todos os outros. Tudo começa porque Benjamim se recusa a ir à aula de natação do colégio, pois são aulas mistas e isso ofenderia seus princípios religiosos. Tanto ele faz que o diretor decide que as meninas não podem mais frequentar a piscina de biquíni, só com maiôs inteiros. E Benjamim começa a se isolar dos colegas, revoltados com ele.

martir cia arthur arnaldo 2

O texto é ardiloso, explosivo. Vai armando as situações e enredando os personagens em uma série de conotações dúbias, palavras equivocadas e supostas ‘verdades’ absolutas. Quanto mais se fala, mais se confunde. Quanto mais as pessoas se aproximam de Benjamim, mais elas se enredam, sem querer, e se comprometem. O único personagem, ao final, que poderia esclarecer as coisas é justamente o menino que todos consideram bobo e débil. Grande sacada do autor.

martir cia arthur arnaldo 8

A mãe não consegue entender a lógica do filho, faz suposições também erradas, briga com ele em casa, mas na escola age como toda mãe, que não admite que falem mal de seus rebentos. Muito coerente. O diretor da escola tem um discurso autoritário e, ao mesmo tempo, se trai ao assediar constantemente a professora atormentada por não conseguir mais lidar com seu aluno radical, tornando-se ela própria uma radicalista do outro lado da ‘trincheira’.

martir cia arthur arnaldo 4

Enfim, são figuras realmente muito bem construídas pela dramaturgia – e defendidas com bastante talento pelo elenco (Ana Andreatta, Carlos Morelli, Edu Guimarães, Georgina Castro, João Paulo Bienemann, Júlia Novaes, Taiguara Chagas e Tuna Serzedello), um afinado grupo – alguns são atores convidados – que dá conta muito bem das transformações e tormentos por que passam todos os personagens. Ponto para a diretora Soledad Yunge, que tirou o melhor de cada ator e realizou uma encenação limpa, ágil e fluente, que sabiamente valoriza os embates do texto, com seus diálogos cortantes, sem ofuscá-los com truques mirabolantes de encenação. Cenografia, figurinos e iluminação, a cargo do sempre impecável Rafael Souza, contribuem para a objetividade e a funcionalidade, trunfos importantes para o ritmo da montagem.

martir cia arthur arnaldo 3

Altamente recomendável para escolas de ensino médio. Repare nos trechos das aulas de educação sexual (com a professora querendo ensinar os alunos a usar camisinha) e a questão da teoria da evolução de Darwin (a polêmica macacos x religião). São bem escritas e dirigidas, com potencial para debates com os alunos em classe. Mártir merece toda a atenção dos educadores, professores e coordenadores de escola.

 martir cia arthur arnaldo 7




Escrito por Tuna Serzedello às 12h44
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“MÁRTIR” TRAZ FUNDAMENTALISMO RELIGIOSO EM MAIS UMA TEMPORADA NO TEATRO CALCIDA BECKER



Escrito por Tuna Serzedello às 12h43
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Escrito por Tuna Serzedello às 23h26
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DNA de volta! Leitura dramática comemorativa 07/10/17 às 19h na Oficina Cultural Oswald de Andrade. Vem! 



Escrito por Tuna Serzedello às 15h12
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Cidadania de volta! Leitura dramática comemorativa 30/9/17 às 18h na Oficina Cultural Oswald de Andrade. Vem! 



Escrito por Tuna Serzedello às 22h11
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Sobre as montagens da Cia. Arthur-Arnaldo para o Programa da Exposição - Cia. Arthur-Arnaldo 10 anos de Teatro Jovem.


#JOVENS - Projeto Contemplado pela 26a edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de SP.

Passaram 10 anos e assistimos o teatro para jovens começar a existir e se firmar dentro da nossa cidade. Vimos os incríveis jovens atores da companhia envelhecer e tornar-se incríveis jovens adultos. Vimos uma filha completar 10 anos e outra entrar na adolescência. Observamos centenas de jovens espectadores se relacionando com nossos espetáculos e afinamos nossa escuta para entender o que eles realmente querem e não o que achamos que precisam ver. Estivemos em inúmeras oficinas e vivências com jovens, atentamente olhando pra eles e ouvindo suas idéias, sonhos, frustrações e tudo o que querem compartilhar. Somos desafiados constantemente pelas mudanças e transformações vividas por essa geração cheia de contradições. Temos o privilégio e responsabilidade de ter visto os jovens do nosso país protagonizando uma luta que é de todos, mas que eles tiveram a coragem e voz de iniciar.

Seguimos muito firmes na crença do quanto é importante o teatro quando se é jovem. Mais ainda quando as relações reais e encontros parecem se dissolver e não ter valor na nossa contemporaneidade. 

Esse ano, 2017, fomos contemplados pela segunda vez com a Lei de Fomento ao teatro com um projeto que chamamos de)ENTRE JOVENS(.

É nesse lugar que queremos estar.



Escrito por Tuna Serzedello às 22h33
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