Diário da Cia. Arthur-Arnaldo por Tuna Serzedello
   
 
 

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O elenco está afinado e ansioso para a estréia.

Escrito por Tuna Serzedello às 17h03
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E neste sábado dia 1 de setembro estréia no Espaço dos Satyros 1 em São Paulo Bate Papo de Enda Walsh.

Não perca!



Escrito por Tuna Serzedello às 16h59
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Viajamos a Presidente e agradamos ao público, confira:

O povo gostou
Na praça “O homem que era uma fábrica” da Companhia Arthur-Arnaldo (São Paulo) foi apresentada ontem, às 11h e às 16h, na Praça Nove de Julho. A reportagem de O Imparcial acompanhou à apresentação no período da tarde.
O espetáculo colocava em foco o personagem Bonifácio, brasileiro, desempregado e faminto, que desejava se mudar para um lugar onde tinha emprego e comida. Surge então o sonho de imigrar para os Estados Unidos, onde todo mundo é gordo, sadio e ganha em dólar. Começa aí a saga de Bonifácio nas filas do Consulado Americano em busca do visto de entrada naquele país. “É um texto de Augusto Boal com algumas adaptações baseadas no teatro épico, onde os personagens conta a história pela lógica, a platéia não pode se envolver com eles. É uma metáfora do que acontece para provocar o riso crítico”, explica o diretor da peça, Tuna Serzedello.
A autônoma Fabiana Casagrande Alves, 21 anos, estava fazendo compras no calçadão de Prudente e parou para assistir à peça. “Acho interessante. Eles trabalham bem, chama bastante a atenção. Eles falam sobre o mundo, sobre política”, diz.
“Eles fazem uma crítica da realidade em forma de comédia para que tudo mundo entenda. A expressão facilita a compreensão de todos”, afirma o estudante Marcelo Urdiali, 23 anos. Ele considera importante a apresentação teatral em espaços abertos. “É uma forma de atrair a curiosidade do público. Geralmente, o teatro está relacionado à elite, em praças há uma adesão maior das pessoas e acaba divulgando o festival”, aponta.

Fonte: jornal O IMPARCIAL de Presidente Prudente (22/08/2007)

Uma senhora idosa ao final da peça nos abraçou com lágrima nos olhos e disse: "é disso que Prudente precisa, obrigado."

Esse momento valeu todas as apresentações dessa peça.

Escrito por Tuna Serzedello às 16h46
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