Diário da Cia. Arthur-Arnaldo por Tuna Serzedello
   
 
 

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O GuiaSP deu destaque para CIDADANIA e BATE PAPO:

 

Cidadania

Interpretada pela Cia Arthur-Arnaldo, sob direção de Turna Serzedello, a montagem acaba de receber seis indicações para o Prêmio Femsa de Teatro Jovem e Infantil, inclusive o de melhor espetáculo. Escrita pelo inglês Mark Ravenhill, a peça aborda a descoberta da sexualidade.

Em sua estréia em 2005 no National Theatre de Londres, “Cidadania” alcançou grande sucesso ao abordar um tema polêmico: a descoberta da sexualidade na adolescência. Na peça, Tom (Fábio Lucindo) sonha que está sendo beijado, mas não sabe se por um homem ou mulher. Ao acompanhar Tom na busca de sua identidade sexual, o espectador conhece uma galeria de personagens criados pelo inglês Mark Ravenhill, que traçam um retrato do jovem de hoje.

A montagem acaba de receber indicações em seis categorias da 16a edição do Prêmio Femsa: melhor espetáculo jovem, melhor direção (Tuna Serzedello), melhor ator (Fábio Lucindo), ator revelação (Leonardo de Vitto), melhor ator coadjuvante (Guto Nogueira) e melhor trilha sonora (Tuna Serzedello).

Voltado para jovens e adultos, o texto foi classificado pelo jornal The Guardian como uma das melhores peças de Ravenhill. Segundo o jornal, o autor “captura como ninguém a insegurança sexual adolescente e sua infinita curiosidade”. A versão brasileira foi traduzida e produzida por Soledad Yunge.


Créditos da Foto: Caio Bars


Elenco: Fábio Lucindo, Júlia Novaes, Jussane Pavan, Guto Nogueira, Leonardo de Vitto, Patrícia Faolli, Paulo Moreno, Ricardo Estevam e Taiguara Chagas / Autor: Mark Ravenhill / Direção: Tuna Serzedello Elenco / Tradução, cenários, figurinos e produção: Soledad Yunge / Iluminação: Marcelo Gonzalez / Realização: Cia Arthur – Arnaldo da Cooperativa Paulista de Teatro.

http://www.guiasp.com.br/guiasp/site/arte_espetaculo/despliegue.cfm?mn=6&id_conteudo=17467

Bate-Papo

Sob direção de Tuna Serzedello, a Cia Arthur-Arnaldo apresenta a peça Bate Papo, do irlandês Enda Walsh, ganhadora do prêmio Funarte Myriam Muniz de 2007 e indicada em três categorias ao Prêmio Femsa, inclusive a de melhor espetáculo.


Vagando pelas salas de bate-papo sobre Harry Potter e Britney Spears, cinco adolescentes encontram um alvo especial para o “bulling” digital: Jim, um garoto deprimido de 16 anos. Com o poder das palavras, o grupo virtualmente encoraja o rapaz se matar e mostrar o suicídio pela internet.


Elenco: Taiguara Chagas, Velson D’Souza, Júlia Novaes, Jussane Pavan, Carô Ziskind e Gabriel Malo / Autor: Enda Walsh / Tradução: Marco Aurélio Nunes / Direção: Tuna Serzedello / Iluminação: Marcelo Gonzalez / Cenários, figurinos e Produção: Soledad Yunge / Realização: Cia Arthur Arnaldo da Cooperativa Paulista de Teatro.

http://www.guiasp.com.br/guiasp/site/arte_espetaculo/despliegue.cfm?mn=6&id_conteudo=100233



Escrito por Tuna Serzedello às 17h08
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O critico do Guia Boca a Boca foi assistir BATE PAPO e gostou, veja o que ele escreveu:

Bate Papo.

Teatro Cultura Inglesa Pinheiros.Seis adolescentes teclam em salas de bate papo na internet sobre Harry Potter, Britney Spears e suicídio.Com Taiguara Chagas, Velson D’Souza, Júlia Novaes, entre outros. Tex.: Enda Walsh. Dir.: Tuna Serzedello. Dur.: 1h30. 12 anos.
Dom, às 19h,R$20.Até 28 de set.

Há incômodo e desconforto na peça escrita pelo dramaturgo irlandês Enda Walsh, em montagem que privilegia a comunicação direta com a platéia. Cínicos, sombrios ou deprimidos, os personagens retratam uma certa juventude em crise moral, em fuga desesperada da solidão e debatendo-se no vazio.



Escrito por Tuna Serzedello às 15h35
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Textos sobre teatro.

A Revista Quarteirão Paulista me convidou para escrever alguns textos sobre teatro para a revista (www.quarteiraopaulista.com.br), e eu vou postar por aqui alguns dos escritos que vou rascunhando. Deixe sua impressão.

O Teatro e a cidade.

 

Imensa.

A relação que São Paulo tem com o Teatro é maior que se pode imaginar.

Fundada por aqueles que trouxeram o teatro para o Brasil, e que formaram nosso primeiro dramaturgo, a cidade é, e sempre foi, marcada pela ação dos grupos teatrais.

Além dos Autos Religiosos, a cidade abrigou importantes movimentos, Teatro de Revista, a Semana de 22, o TBC, o Teatro de Arena, o teatro de diretor, e agora a fase do teatro de grupo, dos coletivos.

Cada fase do nosso teatro reflete, ou antecipa uma fase da história do país: Era Vargas, JK, Ditadura, Anistia, Abertura,cada movimento político tem seu reflexo nos palcos paulistas.

Óbvio, demais?

Sim, escrevo sobre o óbvio para defender uma idéia não tão óbvia: a descentralização cultural da cidade.

Nosso foco de atenção está centrado, naquilo que os guias e os cadernos culturais nos dizem que é bom, o que é bacana, e deve “fazer a nossa cabeça”.

Os guias culturais dificilmente publicam eventos que ocorrem na Zona Leste da cidade. Depois do fechamento do SESC Belenzinho, cadê a ZL?

A Zona Norte aparece, às vezes, quando algum grupo estrangeiro vem ao Sesc Santana.

Mas nem o onipresente SESC sai ileso desse julgamento de valor. Dificilmente lemos sobre o que acontece no SESC Carmo, Interlagos, Itaquera, Santo André.

Tem um belo centro cultural na Vila Nova Cachoeirinha, sabia? Os espetáculos que por lá passam são os mesmos que andam pelos melhores palcos do centro com entrada gratuita. O que tem lá hoje à noite?

Os CEU’s, são dotados de um belo teatro, com programação gratuita. Temos vários espalhados pela cidade. Vamos ver o que está passando lá. Abra o guia de algum jornal de grande circulação, não encontrou? 

Nas cidades de grande difusão cultural como a nossa, os guias organizam as atrações por circuitos e por bairro. Será que na nossa cidade todos os leitores dos guias culturais moram no centro?

A cidade merece um mapa cultural à sua altura.

Alguém se habilita?

 



Escrito por Tuna Serzedello às 14h58
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A VejaSP publicou matéria sobre Teatro para jovens e citou a peça CIDADANIA, pena que não falou nada sobre BATE PAPO, mas no link do site publicou um trecho do video das duas peças. Eu posto aqui a matéria e os links para quem quiser assistir.

Moçada levada a sério


Palcos paulistanos têm boas comédias e dramas
numa linguagem sob medida para os adolescentes

Por Helena Galante

27.08.2008

 

Heloisa Bortz

Fábio Lucindo e Patrícia Faolli

Fábio Lucindo e Patrícia Faolli: atores de Cidadania têm entre 20 e 25 anos

Carlos Guller

Elenco de O Médico e os Monstros

Elenco de O Médico e os Monstros: estréia prometida para este sábado

Há em cartaz na cidade cerca de 100 peças para adultos e outras quarenta infantis. Os adolescentes – que não têm paciência para espetáculos destinados a crianças nem vontade de acompanhar os mais velhos em seus programas – muitas vezes ficam a ver navios. Um cenário que começa a mudar. Atualmente, pelo menos cinco espetáculos de qualidade voltados para o público juvenil ocupam palcos paulistanos. Com temas e orçamentos variados, eles têm em comum uma importante característica: levam a moçadinha a sério. O Médico e os Monstros, adaptação de Mário Viana para o clássico do escocês Robert Louis Stevenson, estréia no Teatro Popular do Sesi neste sábado (23). No palco, os atores Domingos Montagner e Fernando Sampaio, do grupo LaMínima, protagonizam uma trama cômica. Para descobrir como isolar o mal das pessoas, o certinho médico Henry Jekyll testa em si mesmo uma fórmula e dá vida ao desvairado Edward Hyde. Ao lado de quatro ótimos atores, a dupla investe na linguagem do clown e na agilidade das cenas para prender a atenção da platéia. "É uma missão difícil", diz o diretor Fernando Neves. "Se os adolescentes não gostam, bagunçam mesmo." Parte do elenco da comédia dramática Cidadania, de Mark Ravenhill, exibida aos sábados no Teatro Cultura Inglesa Pinheiros, acaba de sair da fase das espinhas. Mas isso não significa que o trabalho apresentado seja imaturo. Os dez artistas convencem ao interpretar a história de um garoto em dúvida sobre sua sexualidade. Assuntos atuais como drogas e preconceito também norteiam a montagem Cidadão de Papel, de Sérgio Roveri, inspirada no livro homônimo do jornalista Gilberto Dimenstein. Ela pode ser vista no Espaço dos Satyros Um.

João Caldas

Rafael Lozano e Nill de Pádua

Rafael Lozano e Nill de Pádua em O Poeta e as Andorinhas: 1 milhão de reais investidos

No lugar de situações bem-humoradas, dois dramas enveredam por assuntos complexos para tocar a platéia jovem. A superprodução de 1 milhão de reais O Poeta e as Andorinhas, de Paulo Ribeiro, leva a obra do irlandês Oscar Wilde para o Teatro Imprensa. Com lirismo, fala de morte, egoísmo e liberdade. Na equipe, além de um elenco afiado, estão nomes prestigiados, como o cenógrafo J.C. Serroni e o diretor musical Dyonisio Moreno. Na modesta sala 2 do Teatro Coletivo Fábrica, o pesado texto Os Meninos e as Pedras, de Antônio Rogério Toscano, aborda o impasse entre judeus e muçulmanos. Mesmo com investimento baixo, de 50 000 reais, a produção foi considerada o melhor espetáculo jovem de 2006 pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) e pelo Prêmio Femsa de Teatro Infantil e Jovem, o único especializado nesse segmento. "A qualidade dos espetáculos melhorou muito de quinze anos para cá", avalia Luiza Jorge, consultora da empresa de bebidas Femsa. "Mas o segmento pode se ampliar."

Assista a trechos de vídeo:

>> Cidadania

>> Bate-papo

Fonte: http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2075/m0166433.html



Escrito por Tuna Serzedello às 14h46
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O site Jornal Jovem deu destaque para BATE PAPO em sua edição sobre bullyng digital, segue o link e a matéria:

 

"Bate papo" e "Cidadania" no Teatro Cultura Inglesa - SP
Direção:Tuna Serzedello

Cia Arthur Arnaldo encena 2 peças para jovens no Teatro Cultura Inglesa-Pinheiros nos finais de semana. Escritas originalmente para o National Theatre de Londres, “Bate Papo” e Cidadania” debatem  problemas como os limites da internet, o bullying e a descoberta da sexualidade. Até 28 de setembro.

"Bate-papo". Foto: Divulgação

"Bate papo"

A pioneira foi “Bate Papo”, considerada pela crítica Maria Lúcia Candeias como “uma espécie de obra prima” do irlandês Enda Walsh, conhecido dos brasileiros como roteirista de cinema. A adaptação de sua peça “Disco Pigs” figurou na programação da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em 2000. “Bate Papo” vai ganhar uma versão cinematográfica com estréia prevista para 2009 nos Estados Unidos.

Criada para o projeto “NT Connections”, a montagem estreou profissionalmente em 2006 no National Theatre de Londres com grande repercussão na crítica especializada. No jornal The Observer, a crítica Kate Kellaway descreveu o texto como “inteligente, engraçado e desconfortável. Para fazer pensar platéias de todas as idades”.

Vagando pelas salas de bate-papo sobre Harry Potter e Britney Spears, cinco adolescentes encontram um alvo especial para o “bullying” digital: Jim, um garoto deprimido de 16 anos. Usando o poder das palavras, o grupo virtualmente encoraja o rapaz se matar e mostrar o suicídio pela internet. Na opinião do diretor, Tuna Serzedello, “Bate Papo” é uma peça “sob medida para refletir sobre essa geração que sai por aí surrando empregadas domésticas e cometendo crimes virtuais”.

 

"Cidadania"

Em sua estréia em 2005 no National Theatre de Londres, “Cidadania” alcançou grande sucesso ao abordar um tema polêmico: a descoberta da sexualidade na adolescência. Na peça, Tom (Fábio Lucindo) sonha que está sendo beijado, mas não sabe se por um homem ou mulher. Ao acompanhar Tom pela busca de sua identidade sexual, o espectador toma contato com uma galeria de personagens desenvolvidos pelo inglês Mark Ravenhill, que traçam um retrato do jovem de hoje.

Voltado para jovens e adultos, o texto foi classificado pelo jornal The Guardian como uma das melhores peças de Ravenhill. Segundo o jornal, o autor “captura como ninguém a insegurança sexual adolescente e sua infinita curiosidade”. A versão brasileira foi traduzida e produzida por Soledad Yunge. “Cidadania” é a segunda incursão da Cia Arthur-Arnaldo pelo teatro jovem.

 

Aos sábados, a companhia vai encenar “Cidadania” (“Citzenship”), de Mark Ravenhill, sobre a insegurança sexual na adolescência. Aos domingos, será a vez de “Bate Papo” (“Chatroom”) de Enda Walsh,  ganhador do prêmio Funarte Myriam Muniz de 2007 e indicado em três categorias ao Prêmio Coca-Cola FEMSA, incluindo o de melhor espetáculo.

Ingressos: R$ 20,00 (descontos para estudantes, aposentados, alunos e funcionários da Cultura Inglesa). O teatro possui 193 lugares, ar-condicionado e estacionamento (R$ 8,00). Duração: 90 minutos. Idade: 14 anos (“Cidadania”)  e 12 anos (“Bate Papo”).  Informações pelo site www.culturainglesasp.com.br.

 

Bate papo e Cidadania

Local: Teatro Cultura Inglesa-Pinheiros

rua Deputado Lacerda Franco, 333, Pinheiros

Tel: (11) 3258 6345

Data: sábados e domingos

Horário: 19h

Temporada: Até 27 e 28 de setembro

Ingressos: R$ 20,00 (descontos para estudantes, aposentados, alunos e funcionários da Cultura Inglesa).

O teatro possui 193 lugares, ar-condicionado e estacionamento (R$ 8,00).

Duração: 90 minutos.

Idade: 14 anos (“Cidadania”)  e 12 anos (“Bate Papo”).  Informações pelo site www.culturainglesasp.com.br.

Cidadania

Bate Papo

Autor: Mark Ravenhill

Autor: Enda Walsh

Tradução: Soledad Younge

Tradução: Marco Aurélio Nunes

Direção: Tuna Serzedello

Elenco: Fábio Lucindo, Júlia Novaes, Jussane Pavan, Guto Nogueira, Leonardo de Vitto, Patrícia Faolli, Paulo Moreno, Ricardo Estevam e Taiguara Chagas.

Elenco: Taiguara Chagas, Velson D’Souza, Júlia Novaes, Jussane Pavan, Carô Ziskind e Gabriel Malo.

Iluminação: Marcelo Gonzalez

Iluminação: Marcelo Gonzalez

Cenários e Figurinos: Soledad Yunge

Cenários e Figurinos: Soledad Yunge

Produção: Soledad Yunge

Produção: Soledad Yunge

Realização: Cia Arthur –Arnaldo da Cooperativa Paulista de Teatro / www.arthur-arnaldo.zip.net

 fonte: http://www.jornaljovem.com.br/edicao11/teatro07.php



Escrito por Tuna Serzedello às 14h43
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